sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Texto do Allex

Oii! Lembrei-me desse texto hoje de manhã, é de um amigo meu, que me mandou sem dizer absolutamente nada sobre para quem ele tinha escrito, detalhe que depois disso ele falou que gostava muito de uma tal guria, hmmm, nem sei então né! O amor é lindo, gente!! É simplesmente tão fofo, fala de uma situação e um sentimento tão básico e real, mas que é incrível e às vezes consegue ser tanto maravilhoso quanto doloroso. Mas então gente, espero que gostem e, por favor, é só "seguir" ali do lado e se gostarem é só comentar ali embaixo! Beijos  e bom final de semana ( finalmente chegou!! ) 

Não sei por que  isso está acontecendo direto comigo, principalmente quando toco no violão aquela nossa musica.
Depois que você se mudou meu dia ficou vazio e minha rotina não é mais a mesma! Seu sorriso faz uma falta, que ninguém mais pode sentir, e sua voz, a música perfeita para meus ouvidos. Não vejo a hora de agarrar a sua mão e te levar a um lugar onde só fique você e eu, e meu violão, na escuridão da noite a baixo de um foco de luz, tocaria a nossa musica, olhando dentro de seus olhos, perguntaria então:
Namora comigo?
Ficaria mudo olhando para seus olhos, trêmulo segurando suas mãos delicadas, e suando gelado, acariciaria sua pele macia.
Nunca conheci ninguém tão perfeita assim como você, e não é apenas beleza, e sim esse seu jeitinho meigo, e perigoso que há escondido dentro de ti. 

Allex Fernando Vissoci

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Por que do porquê


Oi, pra variar um pouquinho comecei a escrever esse texto com um assunto completamente diferente, nesse caso era o “querer da vida” (não tem quase nada a ver), e tive que apagar o começo, é claro. Não sei por que veio tudo isso agora,  acho que está subindo um pouco uma rebeldia, ou não né?! Beijos para todos, abraços também ( estou pensando seriamente naquela campanha “abraço grátis” , adorei isso) e bom proveito, espero que tirem disso algo para uso de vocês. Comentem a vontade e se gostar é só seguir!

Por que do porquê

Não consigo acreditar totalmente em algo que não compreendo, que não sei o começo, ou o significado, que não sei por que inventaram, o seu motivo de existir, como se estivesse ali só por estar, algo que é predito para mim como sempre certo. Pode achar o que quiser, que é falta de merecer, falta de crer, perseverança, virtudes e blá blá blá. No entanto não me parece tão errado querer saber o porquê disso ou daquilo. É tão sem sentido uma coisa ser assim porque ela sempre foi assim, porque dizem que ela é, porque meramente TEM sem saber o que é esse “ter”. Sempre há mudanças (criações, destruições e afins), por motivos variados, há a mudança apenas porque algo não se encaixava mais, então tem um por que. Portanto por que insistem em dizer um discurso enorme sobre algo que no final quando pergunto o porquê que aquilo é daquele jeito, simplesmente respondem “porquê é”. Dane-se com esse “porquê é”, eu preciso mais do que isso, preciso de respostas! O ser humano procurar por sentidos, por motivos, por dizeres que tenham alguma causa. Não tentem em iludir com coisas que nossos antecedentes disseram que pra eles faziam sentido e por isso devem fazer para nós, que por que aquilo funcionava tão bem antes, então agora também tem que funcionar, por que antes tinha um pretexto, portanto agora também terá. Acordem! Pessoas mudam, as coisas mudam, a vida muda, o que passamos hoje não foi o que os outros passaram antes, podemos ter evoluído e alguns casos até mesmo retrocedidos, mas no final puramente não somos mais o mesmo. Então por que iriamos aceitar as mesmas palavras, acreditar nos mesmos discursos, ouvir tão atentamente como antigamente, lutar pelo de antes, se o de antes agora não é mais para nós? Mudamos, por favor, encaremos os fatos, nossos pensamentos não são iguais, então não tem por que se forçar a acreditar no de sempre, tentem se quiserem, mas tentem também acompanharem as mudanças de si mesmos, ou melhor: tentem estar á frente delas!

Flávia Fernanda Weber de Souza

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Poucos de todos


Oi! (está ficando difícil encontrar sinônimos para galera, pessoal, gente ... o word não está me ajudando tanto assim) Faz um tempinho que percebi que fazia muito tempo que eu não escrevia poesia, mas muito tempo mesmo! No entanto, quando eu pensei em escrever, isso na semana passada, simplesmente não veio, fiquei quase a noite inteira pensando em assuntos, sentada na minha cama, regada à várias xícaras de café, e mesmo com o barulho da chuva caindo e a vontade de escrever, o negócio simplesmente não vinha. Chamo de negócio porque não é inspiração, não é querer escrever, é simplesmente vir, as palavras fluírem, sem ter que pensar no que escrever ou o que, é o procurar de uma folha por que precisava colocar as palavras para fora. E numa noite dessas, eu morrendo de sono, tive que levantar da cama, que estava tão quentinha e convidativa, e ligar o computador ( á nem vem que não tinha como acender  luz, procurar por lápis e caderno no estado que eu estava) e escrever  e mesmo não sabendo se são as palavras certas ou se o que digo faz sentido para alguém além de mim, apenas escrevi e agora peço opinião, gosto de saber o que isso, as letras, falou para os outros.

Foi inocente, certo e belo
Sem pedir de mais, foi sincero
Paixão desinibida de carinho
De primeira vista,
Do instante de uma hora

Uma demonstração de poder
De realizar sonhos e quereres
Simples e naturais
Como ilusórios e estranhos

Tão visível e provável a todos
Tão feito por poucos
Dizem esses como escolhidos
Abençoados e dignos
Digo como credores e sonhadores

Flávia Fernanda Weber de Souza

Obrigada, beijos para todos, boa semana! E como sempre, por favor, comentem e se gostarem sigam a o blog!

sábado, 12 de fevereiro de 2011

Do passado, não para o meu futuro

Oi galera! Então... Admito que estava com preguiça para escrever algo para hoje e recorri a um texto que há tempos estava no meu computador, se não me engano faz mais de um ano que escrevi, e é ótimo ver que faz sentido para tantas pessoas como para mim. Quando o escrevi imaginei alguém, independente se era homem ou mulher, num caso de realização, que é quando percebemos que somos bem melhores sem uma pessoa que antes acreditávamos ser o nosso todo e sei que tal situação a maioria já passou ou vai passar. Então, boa leitura, comentário e "seguir" a disposição de todos, beijos e bom final de semana!

Algo que é do passado e não para o meu futuro

Nunca me senti tão bem como agora, ao perceber que sou mais feliz sem você. Ao perceber que eu me sinto livre, eu mesma, depois de não estar mais contigo.  Foi bom enquanto durou claro que foi, mas é tão melhor agora que acabou, agora que eu não me preocupo mais em ser alguém que nunca fui de verdade, agora que não estou atrás de uma máscara que era de sua preferência, ou assim eu pensava, agora eu realmente percebi que estou viva. Dentro de mim vem uma vontade imensa de gritar, de dizer pra todo mundo, porém principalmente para mim: sem você sou eu de verdade!
Meu deus, como eu gostei de ti! Percebi isso só depois que terminou tudo, mas quer saber?! Não me importo mais de tu não ter sentido o mesmo que eu, não me importo com o que tu fizeste naquela época e o que faz agora, não me importo com o que tu pensaste e pensa de mim, não me importo mais com a tua vida.  Desejo-lhe, como para todas as outras pessoas, que tu sejas muito feliz! Mas não desejo mais o de antes, não desejo mais que tu voltes para dentro da minha vida, não desejo mais que eu possa voltar no tempo e talvez fazer com que tivéssemos continuados juntos, não desejo mais que tu pense em mim, nem mesmo que eu tenho feito algo de importante para a sua vida. Não me importo mais de ter sido nada além de um passatempo, uma aventura. Eu sei que eu aproveitei aquilo, talvez não tenha feito tudo que eu queria, na verdade tenho certeza que não, mas isso me fez aprender a não me arrepender do que faço, mas sim do que não faço, me fez entender que eu tenho que viver, e se naquela hora o meu julgamento era aquele então que fosse, agora não é mais, eu faria diferente, mas eu não quero tudo de novo. Se acontecer de nós ficarmos juntos novamente, nosso que bom, tanto faz! Eu sei que serei eu mesma, exatamente do jeito que eu sou, sem ter que ficar me regulando, e se tu vai gostar ou não disso, estou pouco me importando. Aquelas lembranças que antes me atormentavam agora simplesmente fazem parte da minha história, lembrarei com carinho delas, mas não quererei que elas façam parte do meu futuro.
Não guardo mágoas de você, não guardo paixão, não guardo desejo, só tenho que lhe agradecer, mesmo que talvez tu tenhas me magoado, tudo bem, serviu para eu aprender. 
Obrigada 

Flávia Fernanda Weber de Souza

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Pensamento da Nanda

Oi gente! Para começar com a página " A Conserva dos Outros", escolhi o texto da minha querida prima Fernanda, que como ela mesmo disse " é um texto que serve para qualquer um independente de sua crença", e é realmente isso, um texto que mostra uma verdade de uma maneira direta e sensível, que faz com que paremos para pensar.

Uns dizem que Deus é uma força maior, outros, que é um homem santo, uma energia boa, uma mulher. Porém todos acreditam que Deus é amor, e se assim for, ele está em cada um de nós, pois todos nós temos amor no coração, e esse amor que preenche nosso ser, que faz com que sejamos pessoas melhores, que nos faz emanar alegria a todos a nossa volta, esse amor, é o próprio Deus vivo! Desejo então, que todos tenham o conhecimento de que Deus está presente em cada ser humano, assim como está presente em tudo que significa vida. Desejo que saibamos apreciar e admirar Deus, que possamos ter a certeza de que somos guiados por Deus, porque para isso só precisamos ouvir mais nosso próprio coração, deixando o amor falar mais alto que qualquer outro sentimento ruim. E que assim seja!

Fernanda Cristine Lúcio

Obrigada e meus parabéns Nanda! E como ( vou me cansar de dizer isso daqui a pouco) do ladinho é só clicar "seguir" e embaixo é só comentar! Mandem seus textos, músicas, sonhos, alguma notícia que lhes interessou, para o email, pode ser uma oportunidade de várias pessoas os lerem!

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Saudades que me vieram

Ontem a noite:
Não dá, eu não consigo dormir desse jeito. Os meus pensamentos não estão ficando quietos, não estão se acalmando, parecem que não querem uma boa e tranquila noite de sono. Esse comportamento deles, que na verdade não é nada estranho para quando estou querendo dormir, me lembrou dos jovens de antigamente.
Daqueles jovens que tinham um ideal, que lutavam pelo o que queriam, que saiam às ruas para reivindicarem seus direitos, que davam a cara à tapa para dizer o que pensavam, que não se importavam se isso iria acabar com a popularidade dele no mundinho virtual, que saiam de casa em busca de uma vida que pudessem construir sozinhos, do jeito que eles queriam, lutando por aquilo, que procuravam trabalho, estudo ou algo produtivo pra fazer no tempo que tinham, quando eles tinham o sonho de sair de casa, de voar, conhecer lugares e pessoas novas, conseguir oportunidades pelos seus esforços, sem usar o nome da família ou o dinheiro, eles odiavam a ideia de quando fossem adultos ainda dependessem do dinheiro dos pais, quando  eles sabiam o que era política, queriam um futuro bom para o país e batalhavam para isso, também diziam que a política brasileira era uma droga, só que ao contrário de nós , eles faziam algo para muda-la, eram jovens que se fossem brigar iam na cara , resolviam ali na rua e pronto, não tinha isso de ficar brigando via internet, eles queriam mostrar quem eram, mostrar o que pensavam, eles tinham atitude, eles não se importavam se uma roupa era de tal marca ou não , eles queriam ser alguém na vida, eles queriam aprender, queriam agir, eles não fariam o vestibular dos dias de hoje como se fosse algo que não importasse pro seu futuro, eles lutariam para passar no que quereriam, jovens que muitas vezes davam dor de cabeça para os pais, por participarem de greves, de movimentos, de ONGs, por serem diferentes ,por não fazerem o que os pais muitas vezes achavam o apropriado, diferentes dos de hoje que dão dor de cabeça por viver na internet, por que querem mais dinheiro paras compras, por não ajudarem em casa, por eles nem ao menos se preocuparem sobre o seus futuros, como se não se importassem em morar com os pais até os 30 anos.
Tenho saudades do tempo em que o jovens faziam valer o título de jovens, tão chamados de rebeldes, revolucionários, que tinham imensa palavra para o país, que se faziam ouvir.
 Cadê esses jovens? O que aconteceu conosco, jovens do século XXI que não mostramos mais nossa palavra? Acovardamo-nos? Agora só ficamos reclamando e não fazemos nada para mudar? Agora não queremos mais ser alguém, ter um nome e uma opinião? Não queremos contribuir, nós os que têm acesso a tanto informação mas que não fazemos uso delas? Por que agora pensamos em carreiras pelo dinheiro como se fosse o que mais importasse? Por que agora não damos valor ao que os de outras épocas falaram, cometendo assim os mesmos erros? Por que colocamos a nossa arrogância e fútil importância na frente de tudo, cegando-nos da realidade? A realidade que ficamos fracos, ficamos submissos, ficamos mudos e não fazemos nada para mudar. Sinto vergonha de nós, sinto vergonha de sermos assim. Digo em nome dos alguns que não querem ser a maioria, dos alguns querem pensar e darem importância à vida, os que querem pensar no que vão fazer nela para não deixa-la passar em branco.
Obrigada
Flávia Fernanda Weber de Souza

Como sempre: seguir do lado e comentar embaixo, beijos gente!

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Para o meu avô

Oi todo mundo! Hoje decidi que queria postar algo que tivesse um significado tremendo para mim, mesmo que para muitos não terá o mesmo valor, pois preciso de algo mais sentimental e pessoal. Esse texto escrevi para o meu opa ( avô ), que morreu há oito anos e com quem eu era muito ligada. Espero que tais palavras tragam para vocês sentimentos no mínimo parecidos com os que eu tive quando escrevi, sentimentos de saudades, de amor, de felicidade, algumas lembranças... Podem ser por alguém que já se foi, alguém que está passando por momentos difíceis, ou mesmo por uma alusão de um sentimento presente apenas na imaginação. Só queria dividir um pouco do que tanto sinto por essa querida pessoa. Obrigada por lerem, mesmo que a preguiça bateu e vocês não chegaram até o final ( quem nunca fez isso?!), pois como perceberam o texto ficou um pouco comprido para o padrão de bloggers, por favor se tiverem alguma à dizer é só comentar ali embaixo ou mandar para o e-mail ( página “PROCON”) Beijos e abraços! ( Rapidinho: opa e oma dizem respectivamente avô e avó) O texto que fiz para ele, ai:

Como queria poder trazer nesse dia tão triste parar todos que o amamos opa, alguma alegria, algo para que eles se lembrassem e rissem. Mas como posso fazer isso se no momento que escrevo tais palavras lágrimas escorrem de meus olhos? Como posso mostrar que foi bom você ter vivido conosco quando eu mesma não consigo esquecer a falta que nos faz?
Nessa hora eu tento fazer o que você gostaria que a gente fizesse. Que continuássemos nossas vidas longe da função de sua ausência, que não nos sentíssemos tão tristes assim depois de tantos anos. Porém, Opa me desculpe, mas não dá para ser assim toda hora. É tão bom lembrar os nossos momentos. Como quando a gente tratou de mamadeira o bezerrinho, dos churrascos que você fazia e que reunia toda a família, que enquanto você fazia a carne eu me balançava no balanço de pneu na arvore no meio daquela fumaça toda, quando eu você e a Oma íamos pro pomar pegar as frutas, fresquinhas do pé, a lembrança nítida de nós dois caminhando na chácara e você cantando pra mim, aquelas músicas que só você sabia, a gente ria que se acabava, ainda mais quando você soltava algumas coisas naturais do ser humano, dai sim que as nossas gargalhadas ressoavam pelas árvores,  quando a gente brincava com os cachorros, quando eu entrava no seu escritório e era invadida pelo cheiro daquela balinhas de hortelã, e pela sensação de que ali estava um homem sério, que cuidava dos negócios da família, o mesmo homem com quem a pouco eu tinha tomado banho na minha piscina de criança junto com você e a Barbie e a Duquesa , nossas cadelas, duas vezes o meu tamanho da época , com quem também eu vivia brincando no pátio e quando voltava pra dentro de casa nós dois riamos pelo tanto que a Oma brigava por causa dos pelos, o avó que me ajudou a andar de bicicleta, tirando de cada vez uma das rodinhas, quando a gente ia no mercado e  você colocava dentro do carrinho de compras aquela caixa com 12L de leite para eu sentar, me lembro de quando eu brincava no seu caminhão de madeira , correndo na carroceria, e como até hoje quando sinto o cheiro de madeira cortada vem você em minha mente. Eu era uma menininha com jeito de menino, adorava brincar na terra, tratar os porcos, correr pelo milharal, me sujar, brincar com os animais, passar o dia na chácara, sempre voltando pra casa cheia de roxos nas pernas e com o rosto sujo. Eu queria que você pudesse ver como estou agora, lendo os seus antigos livros, sabendo se comportar com saia e salto alto, dançando as músicas que você tanto gostava de dançar, abrindo o meu espaço com as minhas mãos, mas é claro que as minhas pernas continuam com alguns roxos e ainda adoraria passar o dia na chácara, tratando dos animais, correndo no milharal e cantando, com você, principalmente com você.
Você faz tanta falta para tantas pessoas, faz falta até para pessoas que não o conhecem , como o seu neto mais novo. Você ia gostar tanto dele, ele é um xerox teu, a mesma teimosia, o mesmo jeito de falar, os mesmos olhos, a mesma esperteza e rapidez de aprender e fazer as coisas. Faz falta pra Oma, a mulher que tanto te amou. Para os seus filhos, que guardam um amor incondicional por você. Para todos que você marcou com a sua vida, que com certeza não forma poucos, pois muitas vezes que digo ser sua neta para algumas pessoas, abrem para mim sorrisos alegres e vários olhos se iluminam de lembranças suas, sempre seguidas de olhares tristes , de pena e saudades.
No entanto Opa, eu sei que você aproveitou a sua vida, você fez muitos felizes, você foi feliz. Por isso que além de ficar triste por você ter ido tão cedo eu fico feliz por você ter ficado com nós até aqueles dias. A sua presença na vida de muitos continua e na minha ela está viva e continuará assim sempre.
Portanto é com os olhos inchados de tanto chorar e com um sorriso nos lábios, por lembrar de nós, que termino esse texto que é insignificante quanto ao que você representou para mim e para os outros, mas é algo que eu sentia que precisava dizer para você agora. Foi uma maneira diferente da que eu usei quando criança , quando eu te dava um abraço e lhe dizia eu te amo, agora eu lhe escrevo palavras e ainda lhe digo com o mesmo sentimento: Eu te amo.

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Guiada por Algo

Gente! Gente! Gente! Tenho uma baita notícia! Algo que eu fiquei super feliz quando eu soube! Faz umas duas semanas que eu mandei o meu texto para o site da Livraria Cultura,lá de Porto Alegre, mas sabe quando tu faz algo só por fazer, sem convicção de que vai acontecer, foi assim, eu mandei o texto só por mandar, pra ver no que daria. Eis que sexta-feira, dia 06/2, a Josi,me avisa que foi publicado! Pense numa pessoa que surtou! De mais, de mais! Então queria compartilhar aqui com vocês esse fato que foi muito importante pra mim, uma realização , de ter um texto meu publicado em um site que fosse além do meu, que um texto que eu escrevi fosse reconhecido. O texto é esse aqui:

Guiada por algo

Sufocada. Presa. Governada pelo o que convém. Angustiada. Fadada a decoros. Premeditada pela ocasião. Não sendo dona de si. Apenas conduzida.
Como é horrível a ausência dessa sensação de direito. A falta de si, do poder que tem sobre a sua vida, tomado por promessas, por costumes, por incertezas, por falhas antes cometidas, por decisões não refletidas , por medo.
O que leva alguém a desvalorizar a sua voz, a ponto de simplesmente joga-la fora? É como se jogasse a si próprio, jogasse os seus pensamentos, a sua imaginação, os seus desejos, as suas necessidades, seus direitos, seus quereres, seus sentimentos, sua mente. Como se jogasse a sua essência, não dando o devido respeito e apreço por ela. O pior é quando se desfazem de isso tão levianamente, sem um fim apropriado, apenas por fazer, algo sem escrúpulos e sentido. Isso é tão desrespeitoso, não aos outros, não ao futuro, não às consequências, mas sim à sua pessoa. Tu ages como se as suas escolhas não tivessem importância, como se a sua opinião fosse desnecessária.
Porém o que fazer, quando já se está preso, quando não se pode mais dizer o que pensa, quando não pode mais fazer o que quer por ser inadequado? E não um inadequado que tu podes esnobar, mas um inadequado que está perto do seu coração. Seria fácil resolver se não envolvesse alguém que tu amas. No entanto, muitas vezes não é assim, muitas vezes nos enrolamos com quem mais amamos, nos prendemos por carinho. Talvez por que dissemos que aquele sentimento seria eterno, ou que o que sentíamos antes não existia mais, ou que meramente falamos que nos entregaríamos por inteiro sendo que nem nós mesmos temos a posse do nosso todo. O que se pode fazer quando prometemos a nossa liberdade, seja de pensar, de agir ou até mesmo de sentir, a alguém que não seja a gente?

Flávia Fernanda Weber de Souza

Obrigada, e como sempre... ai do ladinho tem o botão seguir e aqui embaixo o comentar, usem por favor! Beijos

A publicação no Cultura News

domingo, 6 de fevereiro de 2011

Ano Internacional das Florestas

Oi pessoal! Então, para começar com o “Pimentão Verde”, escolhi uma notícia um pouco atrasada, do dia 3 de fevereiro, mas que infelizmente pouquíssimos ouviram falar. Bom, pra quem não sabe, esse ano é o Ano Internacional das Florestas. Tá, eu sei, bastants de vocês devem pensar agora “o que tem de importante disso?”, então digo, tem muita importância sim. Não é por que algo não atinge diretamente a gente que ele não esteja acontecendo, é mais difícil para perceber, é claro, mas cabe a nós, portanto nos tornarmos mais cientes do que acontece ao nosso redor. Bem, agora terei que vir com aquele papinho “daqui uns anos pagaremos pela nossa negligência, nós seremos os culpados pelo sofrimento de nossos filhos e blá blá blá”. Mas não me culpem, por favor, não estou sendo “ecochata”, estou apenas dizendo o inevitável. Claro que não estou pedindo para que todos no mundo plantem grama no terraço, tome banho de menos de 5 minutos, que invés de usarem o carro usem o ônibus coletivo, que doem metade do salário para os menos favorecidos e toda aquela coisa que se vemos por um lado, parecem altamente absurdas. Não, estou apenas pedindo, ou melhor, falando, que se cada um fizesse a sua parte o mundo estaria bem melhor ( frase de praxe é claro). Por que não é fazendo as coisas mais mirabolantes por um curto tempo que irá mudar algo, mas sim se a gente fizesse todo dia alguma coisinha, a mínima que fosse, como jogar o lixo certo no lugar adequado, não desperdiçar comida, desligar as luzes e aparelhos doméstico que não estão em uso, ajudar da melhor forma os outros, e tudo aquilo que todo mundo já ouviu pelo menos umas vez. Então gente, vamos parar de ser tão tolos a ponto de achar que não podemos fazer nada por estarmos sozinhos e não termos, podemos assim dizer, bilhões de montes de dinheiro para doar, pois nós podemos sim, nós podemos com o tempo e com ações pequenas, porém nem um pouco desnecessárias, mudar o futuro de milhares de pessoas, de seres, de vida! Nós podemos, e me permitindo dizer, nós DEVEMOS agir, devemos parar com essa crueldade que atinge tantas pessoas, tantos animais, tanto a natureza!

A reportagem que citei no início

Flávia Fernanda Weber de Souza

sábado, 5 de fevereiro de 2011

Quase Sem Querer

Oi galera, tudo bem com vocês? Bom, para começar com o "Som da Crocância" escolhi uma música que eu realmente adoro, mas adoro mesmo, daquela que tu enche o saco de todo mundo por ouvir milhares de vezes. A primeira vez que eu ouvi foi com a minha mãe no carro, a gente bem beleza colocando um CD meu com algumas músicas que eu tinha desenterrado do computador, chegou essa música e como eu não conhecia e queria cantar já estava com o dedo no botão pra pular, só que dai vi a minha mãe, lá toda feliz, cantando com aquela cara "ai que saudades da minha adolescência" ( cada um com a sua estranheza né ), dai resolvi escutar. A letra cativou, o ritmo embalou, e não adianta me apaixonei pela música. Realiza a situação como que fica agora no carro, duas bobas cantando que nem umas abobadas ,óbvio. A letra dela é linda, ainda mais com essa frase que eu acho mais que perfeita: Quando o que eu mais queria/ Era provar pra todo o mundo/ Que eu não precisava/ Provar nada pra ninguém. Resumindo, ótima com várias versões para diferentes gostos, tem com o Legião Urbana, Maria Gadú, Zélia Duncan e Nenhum de nós (a última é a minha preferida), letra boa pra cantar e refletir, ritmo daqueles bem gostosinhos, enfim, ela é baita boa. Bom proveito para vocês ,espero que gostem!
Á, rapidinho, só mais uma passagem que eu amo nela:
Sei que às vezes uso
Palavras repetidas
Mas quais são as palavras
Que nunca são ditas?

Hum, pega a malandragem então! Beijos pra vocês! Segue a letra após o vídeo:



Tenho andado distraído,
Impaciente e indeciso
E ainda estou confuso.
Só que agora é diferente:
Estou tão tranquilo
E tão contente.
Quantas chances
desperdicei
Quando o que eu mais queria
Era provar pra todo o mundo
Que eu não precisava
Provar nada pra ninguém.
Me fiz em mil pedaços
Pra você juntar
E queria sempre achar
Explicação pro que eu sentia.
Como um anjo caído
Fiz questão de esquecer
Que mentir pra si mesmo
É sempre a pior mentira.
Mas não sou mais
Tão criança a ponto de saber tudo.
Já não me preocupo
Se eu não sei porquê
Às vezes o que eu vejo
Quase ninguém vê
E eu sei que você sabe
Quase sem querer
Que eu vejo o mesmo que você.
Tão correto e tão bonito
O infinito é realmente
Um dos deuses mais lindos.
Sei que às vezes uso
Palavras repetidas
Mas quais são as palavras
Que nunca são ditas?
Me disseram que você
estava chorando
E foi então que percebi
Como lhe quero tanto.
Já não me preocupo
Se eu não sei porquê
Às vezes o que eu vejo
Quase ninguém vê
E eu sei que você sabe
Quase sem querer
Que eu quero o mesmo que você 



Flávia Fernanda Weber de Souza