segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Poucos de todos


Oi! (está ficando difícil encontrar sinônimos para galera, pessoal, gente ... o word não está me ajudando tanto assim) Faz um tempinho que percebi que fazia muito tempo que eu não escrevia poesia, mas muito tempo mesmo! No entanto, quando eu pensei em escrever, isso na semana passada, simplesmente não veio, fiquei quase a noite inteira pensando em assuntos, sentada na minha cama, regada à várias xícaras de café, e mesmo com o barulho da chuva caindo e a vontade de escrever, o negócio simplesmente não vinha. Chamo de negócio porque não é inspiração, não é querer escrever, é simplesmente vir, as palavras fluírem, sem ter que pensar no que escrever ou o que, é o procurar de uma folha por que precisava colocar as palavras para fora. E numa noite dessas, eu morrendo de sono, tive que levantar da cama, que estava tão quentinha e convidativa, e ligar o computador ( á nem vem que não tinha como acender  luz, procurar por lápis e caderno no estado que eu estava) e escrever  e mesmo não sabendo se são as palavras certas ou se o que digo faz sentido para alguém além de mim, apenas escrevi e agora peço opinião, gosto de saber o que isso, as letras, falou para os outros.

Foi inocente, certo e belo
Sem pedir de mais, foi sincero
Paixão desinibida de carinho
De primeira vista,
Do instante de uma hora

Uma demonstração de poder
De realizar sonhos e quereres
Simples e naturais
Como ilusórios e estranhos

Tão visível e provável a todos
Tão feito por poucos
Dizem esses como escolhidos
Abençoados e dignos
Digo como credores e sonhadores

Flávia Fernanda Weber de Souza

Obrigada, beijos para todos, boa semana! E como sempre, por favor, comentem e se gostarem sigam a o blog!

Um comentário:

  1. Ei, Flávia, tudo bem?
    Adorei o blog. Não conhecia.
    Nem sabia que você escrevia, e pelo jeito não é de hoje. Bonito, isso.

    O que você chama de negócio, tem nome. É poesia. Adélia Prado, poeta, diz que a vingança da poesia é essa: ela ser maior que a gente. Então não tem jeito mesmo, ela só vem quando Ela quer. Resta a nós sabermos recebê-la.
    E isso você sabe. Esse poema já mostrou.

    Parabéns,
    Camila

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