Oi pessoal! Então, para começar com o “Pimentão Verde”, escolhi uma notícia um pouco atrasada, do dia 3 de fevereiro, mas que infelizmente pouquíssimos ouviram falar. Bom, pra quem não sabe, esse ano é o Ano Internacional das Florestas. Tá, eu sei, bastants de vocês devem pensar agora “o que tem de importante disso?”, então digo, tem muita importância sim. Não é por que algo não atinge diretamente a gente que ele não esteja acontecendo, é mais difícil para perceber, é claro, mas cabe a nós, portanto nos tornarmos mais cientes do que acontece ao nosso redor. Bem, agora terei que vir com aquele papinho “daqui uns anos pagaremos pela nossa negligência, nós seremos os culpados pelo sofrimento de nossos filhos e blá blá blá”. Mas não me culpem, por favor, não estou sendo “ecochata”, estou apenas dizendo o inevitável. Claro que não estou pedindo para que todos no mundo plantem grama no terraço, tome banho de menos de 5 minutos, que invés de usarem o carro usem o ônibus coletivo, que doem metade do salário para os menos favorecidos e toda aquela coisa que se vemos por um lado, parecem altamente absurdas. Não, estou apenas pedindo, ou melhor, falando, que se cada um fizesse a sua parte o mundo estaria bem melhor ( frase de praxe é claro). Por que não é fazendo as coisas mais mirabolantes por um curto tempo que irá mudar algo, mas sim se a gente fizesse todo dia alguma coisinha, a mínima que fosse, como jogar o lixo certo no lugar adequado, não desperdiçar comida, desligar as luzes e aparelhos doméstico que não estão em uso, ajudar da melhor forma os outros, e tudo aquilo que todo mundo já ouviu pelo menos umas vez. Então gente, vamos parar de ser tão tolos a ponto de achar que não podemos fazer nada por estarmos sozinhos e não termos, podemos assim dizer, bilhões de montes de dinheiro para doar, pois nós podemos sim, nós podemos com o tempo e com ações pequenas, porém nem um pouco desnecessárias, mudar o futuro de milhares de pessoas, de seres, de vida! Nós podemos, e me permitindo dizer, nós DEVEMOS agir, devemos parar com essa crueldade que atinge tantas pessoas, tantos animais, tanto a natureza!
A reportagem que citei no início
Flávia Fernanda Weber de Souza Tweet
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