Oi, pra variar um pouquinho comecei a escrever esse texto com um assunto completamente diferente, nesse caso era o “querer da vida” (não tem quase nada a ver), e tive que apagar o começo, é claro. Não sei por que veio tudo isso agora, acho que está subindo um pouco uma rebeldia, ou não né?! Beijos para todos, abraços também ( estou pensando seriamente naquela campanha “abraço grátis” , adorei isso) e bom proveito, espero que tirem disso algo para uso de vocês. Comentem a vontade e se gostar é só seguir!
Por que do porquê
Não consigo acreditar totalmente em algo que não compreendo, que não sei o começo, ou o significado, que não sei por que inventaram, o seu motivo de existir, como se estivesse ali só por estar, algo que é predito para mim como sempre certo. Pode achar o que quiser, que é falta de merecer, falta de crer, perseverança, virtudes e blá blá blá. No entanto não me parece tão errado querer saber o porquê disso ou daquilo. É tão sem sentido uma coisa ser assim porque ela sempre foi assim, porque dizem que ela é, porque meramente TEM sem saber o que é esse “ter”. Sempre há mudanças (criações, destruições e afins), por motivos variados, há a mudança apenas porque algo não se encaixava mais, então tem um por que. Portanto por que insistem em dizer um discurso enorme sobre algo que no final quando pergunto o porquê que aquilo é daquele jeito, simplesmente respondem “porquê é”. Dane-se com esse “porquê é”, eu preciso mais do que isso, preciso de respostas! O ser humano procurar por sentidos, por motivos, por dizeres que tenham alguma causa. Não tentem em iludir com coisas que nossos antecedentes disseram que pra eles faziam sentido e por isso devem fazer para nós, que por que aquilo funcionava tão bem antes, então agora também tem que funcionar, por que antes tinha um pretexto, portanto agora também terá. Acordem! Pessoas mudam, as coisas mudam, a vida muda, o que passamos hoje não foi o que os outros passaram antes, podemos ter evoluído e alguns casos até mesmo retrocedidos, mas no final puramente não somos mais o mesmo. Então por que iriamos aceitar as mesmas palavras, acreditar nos mesmos discursos, ouvir tão atentamente como antigamente, lutar pelo de antes, se o de antes agora não é mais para nós? Mudamos, por favor, encaremos os fatos, nossos pensamentos não são iguais, então não tem por que se forçar a acreditar no de sempre, tentem se quiserem, mas tentem também acompanharem as mudanças de si mesmos, ou melhor: tentem estar á frente delas!
Flávia Fernanda Weber de Souza
Tweet
Nenhum comentário:
Postar um comentário